Mensalão x História e idealismo no Brasil o que ganhamos e perdemos? - Olho Solitário
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Mensalão x História e idealismo no Brasil o que ganhamos e perdemos?

Mensalão, Corrupção, ideologia, Politica

A História de resistência a Ditadura possui grandes surpresas e pessoas que verdadeiramente lutou em nome da liberdade e da democracia embora não seja o ideal em nosso pais ainda assim é fruto de lutas e até mesmo de sacrifícios e morte. O Brasil ainda existem muitas perguntas sem respostas a respeito da Ditadura são centenas de desaparecidos políticos desde a época do domínio militar no Brasil.

O atual caso de corrupção no Brasil o mensalão é o resultado do que acreditamos ser uma verdadeira emboscada realizada e arquitetada há algum tempo por forças silenciosas até então onde foi estabelecido uma situação de queijo e ratoeira uma armadilha literalmente. onde houve exito absoluto do plano elaborado. se pensarmos um pouco sem bandeiras partidárias ou politicas veremos a grande tragédia que fora imposta no Brasil.

Verifiquemos para que serviu o mensalão de verdade na prática?  

O governo precisava de apoio para reger as suas tarefas para acontecer isso necessitava de apoio e voto e tão logo se deu conta que esta missão não era de graça precisava de comprar apoio o chamado lobe politico, e cada peça do jogo tinha o seu valor e importância. O grande X da questão é este tipo de procedência já era regra da casa e para quebrar tal regra não era e nem é fácil fazer é necessário romper barreiras e arriscar a própria vida em nome da causa. sendo assim como sempre foi escolhido o caminho mais curto o Mensalão que só foi descoberto por simples vaidade de quem queria ganhar mais e mais dentro do jogo. A partir desse momento conhecemos o já desconfiávamos mais não tínhamos nomes nem provas.

Veja a história de alguns dos envolvidos.


José Dirceu de Oliveira e Silva (Passa-Quatro, 16 de março de 1946) é um político e advogado brasileiro, com base política em São Paulo.


Foi líder estudantil entre 1965 e 1968, ano em que foi preso em Ibiúna, no interior de São Paulo, durante uma tentativa de realização do XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). Em setembro de 1969, com mais quatorze presos políticos, deportados do país, em troca da libertação do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, foi deportado para o México. Posteriormente exilou-se em Cuba. Fez plásticas e mudou de nome para não ser reconhecido em suas tentativas de voltar ao Brasil após ser exilado, e voltou definitivamente ao país em 1971, vivendo um período clandestinamente em São Paulo e em algumas cidades do Nordeste e, quando teve novamente sua segurança ameaçada, retornou a Cuba.

Em 1975 retornou ao Brasil, estabelecendo-se clandestinamente em Cruzeiro do Oeste, no interior do Paraná. Com a redemocratização, em 1980, ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores, do qual foi presidente nacional durante a década de 1990. Exerceu vários mandatos: entre 1987 a 1990 foi deputado estadual constituinte por São Paulo, e, em 1991, 1998 e 2002 elegeu-se deputado federal. Em janeiro de 2003, após tomar posse na Câmara dos Deputados, licenciou-se para assumir o cargo de Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República, onde permaneceu até junho de 2005, quando deixou o Governo Federal acusado, por Roberto Jefferson de ser o mentor do Escândalo do Mensalão. Retornando à Câmara para se defender, Dirceu teve seu mandato de deputado federal cassado no dia 1º de dezembro de 2005, tornando-se inelegível até 2015.

José Dirceu iniciou sua militância política no movimento estudantil em 1965, ano em que iniciou seus estudos de Direito na PUC-SP, sendo vice-presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) no período de 1965-66. Ainda em 1966 rompeu com o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e ajudou na formação paulista das chamadas "Dissidências", em São Paulo a sigla era "DI-SP" (esta organização acabou tendo enorme afinidade política com o grupo de Carlos Marighella, que mais tarde viria formar a Ação Libertadora Nacional). No entanto, Dirceu nunca fez parte dos quadros da ALN. Em 1967 Dirceu, que era conhecido pelo codinome de "Daniel", presidiu a União Estadual de Estudantes (UEE), firmando-se como líder estudantil. Em 1968 foi preso em Ibiúna, no interior de São Paulo, durante uma tentativa de realização do XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Em 1969 os grupos guerrilheiros marxistas lenistas conhecidos como MR-8 e ALN sequestraram o embaixador dos Estados Unidos, Charles Burke Elbrick. Os revolucionários exigiram a libertação de uma lista de prisioneiros políticos, entre eles José Dirceu. O incidente do sequestro do embaixador foi contado no livro "O Que É Isso, Companheiro?" (1979), de autoria do deputado Fernando Gabeira (PV), posteriormente transformado em filme (Bruno Barreto, 1997). Em 2007, o diretor Silvio Da Rin lançou o documentário "Hércules 56", onde os protagonistas relatam em detalhes sobre o episódio do sequestro e da libertação dos 15 presos. O filme dá voz também a todos os que foram trocados pelo embaixador norte-americano e que ainda estão vivos.

Os presos trocados pelo embaixador, deportados do Brasil, seguiram para o México, a bordo do avião da Força Aérea modelo C-130 Hércules, matricula 2456. De lá seguiram para Cuba e Paris. Dirceu foi para Cuba. Durante o exílio, trabalhou, recebeu treinamento militar, estudou na ilha.

Retornou ao Brasil em 1971, vivendo clandestino em São Paulo e em algumas cidades do Nordeste. Em 1975, em Cuba, alterou sua aparência através de uma cirurgia plástica e retornou ao Brasil, com o nome falso de "Carlos Henrique Gouveia de Mello", instalando-se na cidade de Cruzeiro do Oeste, no Paraná. Lá casou-se com sua primeira esposa, Clara Becker, e passou a viver em total clandestinidade, omitindo seu passado e sua verdadeira identidade até mesmo de sua esposa. Em Cruzeiro, reservadamente, acompanhava os acontecimentos políticos do país.

Em uma das ocasiões em que José Dirceu voltou do exílio de Cuba, segundo sua biografia , junto com outros integrantes do Movimento de Libertação Popular, ele teria participado do assassinato de um sargento da Polícia Militar em São Paulo, em 1972.

Em 1979, com a anistia, retornou a Cuba, desfez a cirurgia plástica e, em dezembro de 1979, voltou definitivamente para o Brasil, onde passou a participar das atividades políticas em curso, que deram origem ao PT.



José Genoíno Guimarães Neto (Quixeramobim, Ceará, 3 de maio de 1946) é ex-guerrilheiro e político brasileiro, ex-presidente do Partido dos Trabalhadores. Deputado federal pelo estado de São Paulo, passou a ser titular da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara) em 7 de março de 2013.

Nasceu na comunidade de Várzea Redonda, pertencente ao município de Quixeramobim. Passa a infância em Encantado, vilarejo de cerca de 1000 habitantes, entre os estudos primários no grupo escolar e o trabalho na roça, para ajudar os pais.
Aos 13 anos muda-se para Senador Pompeu, cidade de 10 mil habitantes, onde vive na casa paroquial a convite do padre local, que o apóia nos estudos. Foi líder estudantil, integrando a União Nacional dos Estudantes (UNE).3 Muda-se para Fortaleza em 1964 e dois anos mais tarde, chega a trabalhar dois anos como operador de computador na IBM. Em 1968, aos 22 anos, ingressa no Partido Comunista do Brasil (PC do B), Partido que fazia oposição ao governo militar do país. Com a decretação do AI-5, em dezembro de 1968, muda-se para São Paulo e passa a viver na clandestinidade. Em 1968 se filiou ao PC do B, partido que defendia a luta armada contra o governo militar.

Em 1970 vai para Goiás com o objetivo de lutar na Guerrilha do Araguaia, uma das principais ações desenvolvidas pelo partido na época, a fim de transformar o Brasil em um país comunista. Foi capturado pelos militares em 1972 e passou os próximos cinco anos na prisão. Foi solto em 1977 e passou a lecionar história. Foi anistiado em 1979 e participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT),4 partido pelo qual foi eleito deputado federal por São Paulo entre 1982 e 2002. Em 2002 se candidatou para ao governo de São Paulo, mas foi derrotado. No mesmo ano foi eleito presidente nacional do partido, substituindo José Dirceu. Genoíno foi indicado para assumir o Ministério da Defesa no início do Governo Lula, mas seu nome foi rejeitado pelos militares. Em 2006, depois do escândalo do mensalão, foi novamente eleito deputado federal por São Paulo.

Atualmente, José Genoíno é casado com Rioco Kayano, uma nipo-brasileira que conheceu nas reuniões do PC do B em 1969 e começou a namorar quando ambos estiveram presos juntos em 1973.5 É pai de três filhos: Miruna, Ronan e Mariana. Genoíno também é irmão de José Nobre Guimarães, o deputado cearense mais votado em 2006, mas que ganhou notoriedade nacional quando um de seus assessores, José Adalberto Vieira da Silva, foi preso em 2005 ao tentar embarcar em um voo de São Paulo para Fortaleza com 200 mil reais em uma mala e 100 mil dólares em espécie escondidos na cueca. Genoíno também é acusado de ter colaborado com o Exército após ter sido preso em 7 de abril de 1972, durante a Ditadura Militar

José Genoíno participou do movimento guerrilheiro existente na região amazônica brasileira, ao longo do rio Araguaia, entre fins da década de 1960 e a primeira metade da década de 1970. Criada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), tinha por objetivo fomentar uma revolução socialista, a ser iniciada no campo, baseada nas experiências vitoriosas da Revolução Cubana e da Revolução Chinesa.

Combatida pelas Forças Armadas a partir de 1972, quando vários de seus integrantes já haviam se estabelecido na região há pelo menos seis anos, o palco das operações de combate entre a guerrilha e os militares se deu onde os estados de Goiás, Pará e Maranhão faziam divisa. Seu nome vem do fato de se localizar às margens do rio Araguaia, próximo às cidades de São Geraldo do Araguaia e Marabá no Pará e de Xambioá, no norte de Goiás (região onde atualmente é o norte do estado de Tocantins, também denominada como Bico do Papagaio).

Estima-se que o movimento, que pretendia derrubar o governo militar, tomar o poder fomentando um levante da população, primeiro rural e depois urbana, e instalar um governo comunista no Brasil como havia sido feito em Cuba e na China , era composto por cerca de oitenta guerrilheiros sendo que, destes, menos de vinte sobreviveram, entre eles, o ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), José Genoíno, que foi detido pelo Exército em 1972, ainda na primeira fase das operações militares. A grande maioria dos combatentes, formada principalmente por ex-estudantes universitários e profissionais liberais, foi morta em combate na selva ou executada após sua prisão pelos militares, durante as operações finais, em 1973 e 1974.1 Mais de cinquenta deles são considerados ainda hoje como desaparecidos políticos.

Desconhecida do restante do país à época em que ocorreu, protegida por uma cortina de silêncio e censura a que o movimento e as operações militares contra ela foram submetidos, os detalhes sobre a guerrilha só começaram a aparecer cerca de vinte anos após sua extinção pelas Forças Armadas, já no período de redemocratização.



Roberto Jefferson Monteiro Francisco (Petrópolis, 14 de junho de 1953) é um advogado e político brasileiro. É o presidente nacional do PTB. Roberto Jefferson é filho e neto de políticos petebistas. Seus pais são Roberto Francisco e Neusa Dalva Monteiro Francisco. É casado com Ecila Brasil Jefferson Francisco, e pai da vereadora e presidente do PTB–RJ Cristiane Brasil – a qual concorreu em 2006 a uma vaga na Câmara Federal pelo Rio de Janeiro, tendo se tornado a 2ª suplente do PTB–RJ na Câmara com 40.954 votos. Roberto Jefferson ficou conhecido nacionalmente por denunciar a prática de compra de votos na Câmara  o mensalão, após se envolver num escândalo de corrupção nos Correios.


Jefferson terminou os estudos colegiais no Colégio Werneck, de Petrópolis. Em 1975 ingressou na Universidade Estácio de Sá, onde formou-se em Direito em 1979. Ele conquistou notoriedade como advogado de pobres no popular "O Povo na TV", atração exibida na antiga TVS (atual SBT) na década de 1980. Armado e com 170 quilos, fazia o gênero "troglodita", como ele mesmo admite.

Foi através de Roberto Jefferson que o chamado escândalo do mensalão adquiriu dimensões maiores. Jefferson foi o primeiro a reclamar publicamente que o dinheiro que o governo Lula oferecia para que votasse em projetos sociais eram insuficientes.[carece de fontes] Poucas vezes um político se manifestou com tanta clareza sobre o fato de haver recebido dinheiro para votar em determinado projeto, pressupondo essa tradição política como algo normal [carece de fontes].

É autor do livro "Nervos de aço - Um retrato da política e dos políticos no Brasil" publicado pela Editora Topbooks.

Roberto Jefferson entrou oficialmente na vida pública em 1971, quando filiou-se ao MDB. Permaneceu no partido até 1979, quando filiou-se ao PDS (o atual PP). Deixou o PDS em 1980 para filiar-se ao PTB – partido cuja fundação, em 1945, havia tido a participação de seu avô. Jefferson continua no PTB até os dias de hoje, do qual foi o deputado federal mais antigo da bancada na Câmara dos Deputados até ter o seu mandato cassado em 2005.

Em 1990 foi o relator de Comissão de Constituição, Justiça e Redação, cargo em que promulgou a Lei de Crimes Hediondos. Em 1999 o PTB o elegeu líder na Câmara, e manteve-o como o líder até 2002. Em fevereiro de 2003 o PTB elegeu-o o presidente nacional, cargo que ocupou até 17 de junho de 2005, quando pediu para ser afastado temporariamente porque estava sendo acusado de envolvimento em irregularidades praticadas na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

O ex-deputado foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele disse ser vítima de si mesmo. O presidente licenciado do PTB também rejeitou a tese de que teria vendido o apoio de seu partido ao PT. Roberto Jefferson foi condenado a mais de 10 anos de reclusão em regime fechado, mas como recebeu o benefício da delação premiada, reduzindo em 1/3 a pena, sua pena foi reduzida para 7 anos e 14 dias e será cumprida em regime semi-aberto.




Marcos Valério Fernandes de Souza (Curvelo, 29 de janeiro de 1961) é um empresário brasileiro da área publicitária, tornado nacionalmente conhecido em 2005 por seu envolvimento no chamado escândalo do mensalão. Como um dos sócios-proprietários de duas agências de comunicação de Minas Gerais, a DNA e a SMP&B, passou a prestar seus serviços a campanhas eleitorais de políticos, inicialmente para os do PSDB. Concebeu e geriu, em 1998, o esquema do valerioduto tucano que foi um suposto esquema de financiamento irregular com recursos públicos e doações privadas ilegais à campanha da reeleição do então governador mineiro e atual senador Eduardo Azeredo (PSDB), criando um esquema que foi o precursor e, segundo as palavras do Procurador Geral da República, foi o laboratório do mensalão .


Mas Valério só veio a ganhar os holofotes da cena política brasileira no início de junho de 2005, quando o deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) fez suas primeiras acusações sobre o suposto esquema do "mensalão". Jefferson, até então aliado do governo do presidente Lula, foi apontado, em um vídeo divulgado pela revista Veja, como "avalista" de um esquema de corrupção na estatal dos Correios. Em seguida, em entrevista exclusiva ao jornal Folha de São Paulo, Jefferson contra-atacou acusando o governo e seu principal partido, o PT, de darem suporte a um esquema de corrupção generalizada que envolveria o suposto pagamento mensal de R$ 30 mil a deputados de vários partidos da base aliada do governo, em troca de apoio político.

De acordo com Jefferson, a operação do "mensalão" estaria a cargo de Marcos Valério, em estreita colaboração com Delúbio Soares, tesoureiro do PT, e sob as ordens de José Dirceu, Ministro da Casa Civil e principal nome do governo Lula. Valério seria o responsável pela distribuição dos pagamentos mensais, utilizando dinheiro supostamente proveniente de empresas estatais e privadas, e que chegaria em malas a Brasília, onde seria então distribuído entre os parlamentares indicados por Delúbio. Inicialmente, o publicitário negou as acusações, classificando-as como "infundadas, fantasiosas e aparentemente produzidas por desatino, desespero e cinismo." O empresário confirmava, no entanto, ter um relacionamento estreito com Delúbio Soares: "Nunca neguei que sou muito, mas muito amigo mesmo do Delúbio. Eu sou do interior, bicho do mato. O Delúbio é goiano, bicho do mato também."

Tal versão durou até que Fernanda Karina Somaggio, ex-secretária que trabalhou com o acusado entre 2003 e 2004, disse que Valério mantinha contatos freqüentes com parlamentares e membros do PT. Marcos Valério negava até então ter qualquer envolvimento financeiro com o PT.

As denúncias se ampliaram a tal ponto que provocaram a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (a "CPMI dos Correios") para investigar a corrupção nos Correios e outros órgãos estatais, e, posteriormente, a criação de outra Comissão Parlamentar (a "CPI do Mensalão e da Compra de Votos"), para apurar especificamente as denúncias do "mensalão", estendendo-se até as denúncias anteriores de compra de votos no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Paralelamente, outras investigações passaram a ser conduzidas pela Polícia Federal e pela Procuradoria Geral da União, para apurar as acusações de corrupção em estatais e as denúncias de tráfico de influência e compra de votos.

As investigações acabaram trazendo à luz que Marcos Valério realizou vultosos e sucessivos empréstimos junto a bancos privados, repassando-os ao PT e a outros partidos da base aliada, entre os anos de 2003 e 2005. Tais empréstimos tinham como garantia os contratos das empresas de publicidade de Valério junto a órgãos públicos.

Em seus depoimentos, Valério e Delúbio Soares terminaram por admitir as movimentações e empréstimos, afirmando, porém, que os repasses serviriam para "caixa 2 de campanha", o custeio não-declarado (ou "não-contabilizado", nas palavras de Delúbio) das campanhas eleitorais de 2002 e 2004, não sendo utilizados para a compra de votos de parlamentares. Além disso, ambos sustentaram que nunca houve o uso de recursos públicos, já que o dinheiro seria proveniente dos empréstimos feitos por Valério, que teriam que ser pagos em algum momento pelo PT. Incidentalmente, entre os que que receberam repasses das empresas de Valério, foi identificado Roberto Brant, do PFL, partido de oposição ao governo. O deputado afirmou, em sua defesa, que o dinheiro teria sido repassado para sua campanha eleitoral, doado por uma empresa privada e intermediado por Valério.

Depois que seu nome saiu do anonimato para as manchetes, Marcos Valério passou a ser uma das pessoas mais conhecidas no Brasil. Em agosto, poucos meses depois de ter sido citado pela primeira vez na imprensa, e apesar de não ter sido comprovado, o "mensalão" despertava paixões e já era parte do dicionário e do folclore político brasileiros. As investigações prosseguiam no congresso e nos outros órgãos competentes, já tendo feito várias vítimas no governo e nos partidos aliados, entre eles ministros, deputados e dirigentes de partidos.

E, ironicamente, uma das principais vítimas foi o próprio Marcos Valério: o empresário terminou por perder todos os contratos publicitários que possuía com o governo. No dia 2 de dezembro de 2011 foi preso por suspeita de grilagem de terra no interior da Bahia.


O que de fato ocorreu com os envolvidos do Mensalão?

Uma frase bem pertinente para esse momento seria o que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso mencionou "esqueça o que eu escrevi" seria isto uma forma de dizer hoje eu sou diferente ontem eu sonhei hoje eu mudei? Porque lembramos disso. Por simplesmente vermos dois nomes importantes envolvidos numa trama corrupta que nada lembra a história desses homens o José Dirceu e  o José Genuíno.  É verdadeiramente decepcionante vermos isto é uma enorme perda para o Brasil. O meios não justificam os fins, mais estes homens tem uma historia de luta e agora apenas lhes restam a cadeia, este pequeno artigo elaboramos com o objetivo de mostrar um pouco o que se foi perdido de fato nessa historia, não perdemos apenas dinheiro publico, mais também perdemos sonhadores e isso é muito grave num pais onde as pessoas não sonham e apenas cobram do governo tudo e não fazem absolutamente nada alem de cobrar não seria o momento de agirmos e fazermos diferente ao invés de apenas criticar o Brasil? 
Somos cuidadosamente educados desde de nossa infância a não acreditarmos em nosso próprio país e sub-julgá-lo mal o tempo todo e termos os Estados Unidos como uma referência de como é um bom país para se viver. Não é de se desconfiar o por que agirmos assim?  Existe toda uma maquina elitista no Brasil que trabalha este sentimento dentro de todos nós seja através de novelas ou qualquer outro tipo de movimento.

Acredito que o mensalão foi planejado como uma armadilha onde o que foi cobiçado a alma e ideologia das pessoas envolvidas que em outro momento estiveram lutando pelo sonho de liberdade e agora estão merecidamente presas é claro errou tem que pagar mesmo. Mais uma vez observamos o que de fato o sistema quer, Corromper as pessoas e as torna-las iguais a seu modelo corrupto e dominador. Nunca na historia politica do Brasil tivemos a esquerda com força suficiente para alcançar o poder como o PT conquistou foi sem duvida uma revolução tudo isso, o que mais deveria decepcionar os brasileiros neste momento alem de todo o escândalo do mensalão, seria também a perda de identidade de alguns dos participante em sua própria história de vida. Mais o que vemos de verdade é uma manipulação e indução de pensamentos para o povo, O que perdemos continuo afirmando foram as historias de vidas dessas pessoas que se venderam e perderam as suas identidades ideológicas. 
Para ser mais simples podemos dizer que agora fazem parte do mal mesmo pois os atos corruptos do mensalão são arbitrários e de politicagem e não interessa em nada para a população brasileira. Ainda assim serviu de exemplo para todos nós por que agora sabemos como realmente ocorre a politica suja em nosso país e só foi descoberto o mensalão por pura vaidade financeira por parte do denunciante que teve a sua proposta no minimo diminuída em valor R$ e por este interesse pois a boca no trombone, apenas este o incentivo e não o povo como se vangloriou na mídia. O mensalão só deixara de existir quando acabar com o congresso nacional assim afirma o falecido Enéas que tinha razão de afirmar isto, o congresso é um local de puro lobismo e isto na minha opinião abre espaço para atos corruptos como o mensalão. Questionar é preciso para que haja verdade.
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Lúcio Soares

Gosto de pesquisar sobre variados assuntos e principalmente aqueles que a grande mídia não divulga. Desde o inicio com o Blog Olho Solitário tenho aprendido muito e sei que na busca da verdade não estamos sozinhos.

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